domingo, 7 de julho de 2013

CARPA HUNGURA


Origem da carpa húngara:

Nome Popular:
 Carpa húngara

Nome Científico: Cyprinus carpio

Habitat: Peixe de água doce de origem asiática. Vivem em rios e represas sendo encontrados nas regiões sul e sudeste do Brasil. Existem várias espécies de Carpa, como por exemplo: Carpa capim, Carpa comum, Carpa húngara, Carpa cabeça grande Carpa colorida, etc.

Como Pescar: Deve-se utilizar equipamento de ação média, e varas para linhas de 8 a 17 libras, carretilha ou molinete com capacidade para 70m de linha com 0,35mm de diâmetro e anzóis de tamanho no Maximo 1/0. As melhores iscas são as minhocas e mês existe vários tipos de massas para a carpa.

Dica: Para atrair a atenção deste peixe, faça uma ceva de pão.

Melhor Época: Durante todo o ano, respeitando-se as épocas de reprodução.

• Montagem para se pescar a carpa húngara: a pesca da carpa húngara não tem segredos irei explicar uma montagem fácil e que do muito resultado, pegue um equipamento médio, coloque o chumbo pequeno na frente depois o gerador com um pequeno chicote geralmente uso anzol 1/0 no Maximo, depois no anzol coloque entre3 a 4 minhocas ou massas de pesqueiros tipo bio-truta com açúcar, faça bolinhas e arremesse pronto para pegar as húngaras.

MATRINXÃ

Peixe de escamas da famíliaCharacidae, a Matrinxã(Brycon amazonicus) é um peixe que lembra muito um lambari grande. O corpo é alongado, um pouco alto e comprimido. Sua coloração geral é prata nos flancos, com dorso mais escuro em marrom ou preto e nadadeira caudal geralmente com faixas negras e bordos brancos. Apresenta uma mancha arredondada escura na região umeral. Tem boca pequena ornada com dentes multicuspidados (com várias pontas), dispostos em várias fileiras na maxila superior, cortantes e trituradores. Produz muco abundante e viscoso, de aspecto leitoso. Atinge pouco mais de 70cm de comprimento total e cerca de 4,5kg de peso.
matrinxa09.jpg
Brycon amazonicus
Com ataques rápidos e muita disposição, a matrinxã não resiste a uma apetitosa isca. Com saltos acrobáticos após ser fisgado, encanta o pescador com seu brilho prateado.
Presente em rios com profusa vegetação, a matrinxã é uma espécie onívora. Costuma se alimentar no período de águas altas preferêncialmente de frutos,flores, sementes e artrópodes. Na época seca também consome pequenos peixes e outros animais, como pequenos caranguejos e caramujos. Nos rios de água clara, é comum ver cardumes de matrinxã, se alimentando debaixo das árvores, ao longo das margens.
matr_03.jpg
Também está associado a ambientes lóticos, mas sempre com íntima relação com a vegetação marginal com a qual mantém estreita dependência. Buscaabrigo em meio a pedras, troncos e galhadas de arvores mortas. A matrinxã atua como dispersora de sementes de algumas espécies vegetais da mata ciliar, assumindo papel importante nos ambientes marginais das florestas (várzeas e igapós) da Amazônia. Realiza migrações reprodutivas e tróficas.

piracema de lambari

BRINCANDO COM PEIXE ELETRICO

BOIA DE ARREMESSO

Pesca com boias de arremesso


A pesca com boias se tornou fundamental na procura dos grandes peixes de Pesque e Pague.

São utilizadas em larga escala dois tipos de técnicas, a de pesca com boias cevadeiras e a com boias de arremesso, cada uma com características diferentes.

Como no caso das cevadeiras, antes de explicar a montagem para pesca com boias de arremesso temos que nos atentar a alguns detalhes importantes como:

Varas ( libragem, ação, comprimento e CASTING)

Carretilhas

Linhas

Todos estes detalhes já foram considerados nesta matéria sobre a técnica com cevadeiras.

Tudo o que foi explicado sobre os equipamentos na pesca de cevadeiras vale para a pesca com as bóias de arremesso, por isso indico a leitura.

As boias de arremesso tem diferentes formas e nomes(torpedo, charuto, foguete etc),  o mais interessante é que são fortes aliadas na pesca com cevadeira.




Analisando estrategicamente uma complementa a outra, embora para alguns isso pareça uma heresia, mas cevadeira e de arremesso juntas são um time muito poderoso para aqueles que frequentam Pesque e Pague.

A cevadeira traz a vantagem de trazer o peixe pela ceva, e consequentemente atacando a eva/miçanga/ração que esta no anzol do chicote.

Porem nem sempre estas iscas podem estar dando muitos resultados, então temos a oportunidade de utilizar as "torpedos" por exemplo, onde variamos a isca do chicote, permitindo encontrar a qual esta tendo mais ações no momento, assim como fazer uma "leitura" da profundidade em que estão os peixes.

Também nada impede de utilizar miçangas/evas com as boias de arremesso de cores diferentes da cevadeira, buscando maior produtividade e economizando ração.

A montagem é bastante simples e segue como a cevadeira.

Precisando de:

Linha para o chicote normalmente 0,50
Boia para lambarí
Anzol, em alguns casos é interessante utilizar anzol de haste longa por exemplo na pesca com grandes pedaços de salsicha.




No girador, que pode ser triplo ou não,  amarramos a linha principal e o chicote.

O chicote pode variar de tamanho normalmente 1~2m é o mais utilizado, no chicote colocamos o anzol e a boia de lambari.

Antes de amarrar o anzol ao chicote, preste atenção se for usar miçangas,  algumas miçangas só entram pelo olho do anzol, sendo inviável colocar depois de amarrado a linha ao anzol.

Procure utilizar nós como o rapala e o de laçada dupla, o anzol fica "solto" dando uma apresentação mais natural a isca( ilustrações dos nós no final do post).




Mas a técnica não restringe a nisso, como na pesca com cevadeira, montar o equipamento, fazer o arremesso em locais estratégicos não significa simplesmente que o peixe vai atacar a isca, temos detalhes fundamentais.

1º -> Procurar a altura em que o peixe esta batendo,  este é o motivo de utilizarmos uma boia para lambari no chicote é ela que vai regular a altura que a nossa isca fica, lembrando que a altura que os peixes estão pode variar ao decorrer do dia, fique atento.

2° -> Opções de isca, sempre importante uma quantidade váriada de iscas, afinal a preferência do peixe pode variar de situação para situação.